The Suzan é uma banda japonesa formada só por meninas: Rie (teclado e guitarra), Saori (vocal e guitarra), Nico (bateria) e Ikue (baixo). Em 2007, lançaram o primeiro disco, "Suzan Galaxy", que chamou a atenção de Bjorn Yttling, do Peter Bjorn and John. Ele produziu o segundo disco delas, "Golden Week For The Poco Poco Beat", lançado no final de 2010. (O nome estranho faz referência a um grande feriado japonês, a Golden Week, e Poco Poco Beat é um termo criado pelas meninas para definir o som da banda.) Desde então, conquistaram espaço considerável nos EUA, onde acabaram de fazer uma turnê abrindo para o Chromeo. Divirta-se com a levada hipnótica de "Home", primeiro single de "Golden Week".
O começo do filminho parece introdução de videogame e não dá pra levar muito a sério. Mas o projeto desta casa móvel e auto-suficiente foi lançado pela Daiwa Lease, braço do grupo Daiwa House, gigante japonês especializado em pré-fabricados. Ou seja, é de verdade e deve ganhar vida.
A EDV-01, iniciais para "Emergency Disaster Vehicle", tem 6m x 2,5m e parece um container. Mas ao toque de um botão se transforma numa pequena casa de dois andares. É equipada com baterias e painéis que captam energia solar e com conexão via satélite, caso o seu celular não dê sinal de vida. Então agora ficou fácil. Caso Godzilla acorde de mau humor e resolva acabar com a sua cidade, é só pegar sua EDV-01 e começar vida nova onde der na telha. Mas para transportar o trambolho é melhor você ter seu próprio helicóptero. Porque eles vão estar bem concorridos.
É sempre impressionante ver animações feitas com massa de modelar. A gente sente preguiça só de pensar em como deu trabalho. Essa aqui é muito legal. E dá uma vontade de comer sushi, hummmm. Saiba mais sobre o artista aqui: http://takeda-yuko.com
No Japão, os concursos de robôs acontecem o tempo todo. Engenheiros colocam suas criações para disputar partidas de futebol, lutar até a morte como gladiadores modernos ou simplesmente dançar loucamente. Este vídeo mostra a competição de dança da "Robot Japan: Robot Dance and Fight Competition", encontro que rolou há poucos dias em Tóquio. Parece simples, mas de testes como estes nascem soluções tecnológicas que vão colocando o país na dianteira da robótica. Aos 2 min. e 46 seg. tem um robozinho fazendo movimentos de dança do teatro kabuki. É muito legal.
O Polysics lançou disco novo, o primeiro após a saída da tecladista e vocalista Kayo. O nome é "eee-P!!!" e esse é o vídeo da música "How are you". Como sempre, a diversão é garantida.
Já ouviu este nome: Hatsune Miku? Era só questão de tempo para você conhecer a cantora japonesa. Ela arrasta multidões e seus shows têm ingressos esgotados muito tempo antes. Ou seja, é uma clássica pop star. Com uma pequena diferença: ela é uma holografia 3D. Foi desenvolvida pela empresa Crypton Media, que usou o programa Vocaloid da Yamaha para criar a voz. Mas a banda é de verdade. E a histeria dos fãs também.
Hatsune Miku nasceu como personagem de um game. O sucesso foi tão grande que ela agora se apresenta "de verdade". Os vídeos fazem parte de um DVD que acaba de sair no Japão: "39's Giving Day Project DIVA presents Hatsune Miku".
A música Mirai Mechanism, do Vivid Blaze, é tema de abertura de um novo programa da TV japonesa chamado Culture: Japan. Como o nome já diz, o programa fala de cultura japonesa, principalmente pop, e é transmitido para vários países da Ásia. Esse é um clip da música com uma colagem muito legal de paisagens de Tóquio.
E este é o episódio zero do programa. Culture: Japan é produzido e apresentado por Danny Choo, verdadeiro embaixador otaku do Japão, que costuma se vestir como um Storm Trooper de Guerra nas Estrelas. A primeira parte do programa, no estúdio, é meio chatinha. Mas depois fica bem bacana e mostra como é um colégio japonês. Só que essa segunda parte é em inglês e sem legendas.
Hoje é aniversário do grande Godzilla. É dia de soprar as velinhas, a mesa, o prédio e mandar a cidade inteira pelos ares. Há exatos 56 anos, em 3 de novembro de 1954, estreava no Japão o primeiro filme da série: ゴジラGojira. O nome original japonês é a mistura de duas palavras: gorira (gorila) e kujira (baleia). Tem a ver com o tamanho do bicho e também com a sua origem aquática. O filme estreou nos EUA em 1956 com nova edição e o nome que ficaria famoso no ocidente: Godzilla, King of the Monsters! (Godzilla, o Rei dos Monstros) Para comemorar, assista ao trailer original de Gojira.
Jaime Margary aka Kalapusa dá vida a personagens clássicos dos videogames. O projeto se chama 8 bit Lab. Olha só o Pac-man, que segundo ele é da espécie Pakku rotundus. Ficou perfeito. Ele também fez a Planta Piranha do Mario Bros (veja aqui).
O programa Nat Geo Amazing! do canal National Geographic mostrou os bastidores da filmagem de Death Kappa (2010). É um legítimo Kaiju Eiga, ou filme de monstro, uma tradição japonesa. Muitas produções atuais ainda optam pela estética clássica do estilo, que significa pouca computação gráfica e muito suor, com atores de verdade interpretando as bizarras criaturas. Só encontramos o vídeo em inglês. Não conseguimos descobrir se o programa já passou no Brasil. De qualquer forma, é bem divertido.
Fernando Eguchi, a.k.a. feguchi, é paulista, artista multimídia e mora no Japão desde 2007. Às vésperas de sua volta definitiva para as bandas de cá, ele fará uma exposição-retrospectiva de sua estadia, a partir do dia 31 deste mês, em Tóquio.
Segundo o próprio artista, é fácil se perder em meio a tanta informação e estímulos da cidade. Em "Metropolix in EMERGENCY", ele mostra pedaço dos caminhos por onde se perdeu e onde acabou se encontrando dentro da caótica metrópole. São fotos, ilustrações, vídeos, áudios e objetos.
Estúdio de feguchi em Yokohama
Sua passagem pelo Brasil em janeiro de 2009 coincidiu com o aniversário de 1 ano da Japonique e pudemos comemorar com a sua vídeo-instalação tökyö601. Clique aqui para relembrar.
Há pouco tempo, feguchi participou do programa Urbano especial Japão, do Multishow. Assista aqui.
"Metropolix in EMERGENCY", feguchi 31 de outubro de 2010 Oba-chan Gallery, Shimokitazawa, Tóquio, Japão
O Molice nasceu em Tóquio, em 2007, fazendo um indie rock com momentos pista de dança e outros mais anos 90, sem medo de guitarras barulhentas. Pixies é uma referência assumida, o que é sempre bom. Mas o Molice tem algo de diferente. E boa parte da culpa é da guitarrista, vocalista e nova queridinha indie Rinko. O primeiro disco é "Doctor Ray", de 2008, que rendeu 3 vídeos ótimos: "Headphone", "Ms. Panic" e "Pale Wind".
A banda cresceu rápido no Japão e já começa a aparecer no resto do mundo. O segundo disco saiu em março e se chama "Catalystrock", já com lançamento também nos EUA. Não é tão rápido nem tão pesado quanto o anterior, mas também é bem legal. O primeiro single é "Romancer".
Corações Sujos está em fase de pós-produção e deve chegar aos cinemas em 2011. O filme é baseado no best-seller de mesmo nome, escrito por Fernando Morais. O livro investiga a Shindo Renmei, ou Liga do Caminho dos Súditos, grupo radical criado por japoneses de São Paulo que acreditavam, após o término da 2º Guerra, na vitória do Japão. Esse sentimento era comum entre os imigrantes. A grande maioria dos japoneses no estado, estima-se que 80%, duvidava da derrota para os aliados. Uma explicação era a condição em que viviam nos anos 40: reprimidos pelo governo brasileiro, sem acesso a jornais, rádio e informações confiáveis. Neste cenário, não era absurdo achar que a rendição do imperador poderia ser propaganda americana. Só que a Shindo Renmei levou essa idéia ao extremo: perseguiu os imigrantes que aceitaram a derrota do Japão, chamados de "derrotistas" ou "corações sujos". Entre janeiro de 1946 e fevereiro de 1947, a organização matou 23 pessoas e feriu mais de 100.
O diretor do filme, Vicente Amorim, diz que não se concentrou apenas na história da Shindo-Renmei, mas nos conflitos dentro da colônia japonesa neste momento delicado. O filme é narrado pela mulher de um imigrante empenhado em divulgar a vitória do Japão. Em meio à confusão da época, ela vê seu marido se transformar num assassino. Como boa parte do filme é falado em japonês, quase todos os protagonistas são atores trazidos do Japão, nomes de peso que você já viu em grandes produções como Cartas de Iwo-Jima, O Último Samurai, A Partida e Kill Bill. O único brasileiro com papel de destaque é Eduardo Moscovis, que vive um subdelegado que investiga os crimes.
O programa Zoom, da TV Cultura, fez esta matéria sobre a produção.
Este não é um post qualquer. Apague a luz e pegue a pipoca. Você vai assistir a um filme inteiro, um documentário de 75 minutos: The Killing of a Chinese Cookie. O assunto? O biscoito da sorte chinês, que não é tão chinês assim, aliás, nem existe na China. Sabia que ele é japonês, ou melhor, americano? Pelo menos é o que contam nesta versão da história.
O fato é que o recheio de um dos doces mais famosos do mundo é um pedaço de papel. E chegou a hora de saber mais sobre este fenômeno. Clicando no aplicativo abaixo você será direcionado para o site da produtora. Divirta-se. (Filme em inglês e, infelizmente, sem legendas.)
De Tóquio vem o Kimonos, novo projeto de Lei Imai e Shutoku Mukai, frontman da banda Zazen Boys. Almost Human é o primeiro single do disco de estréia, que sai dia 17 de novembro.
Essa aconteceu no Ozzfest dia 21 de agosto, na passagem do festival por Hartford, Connecticut, EUA. Ozzy Osbourne chamou ao placo o japonesinho fenômeno Yuto Miyazawa para tocar Crazy Train. Yuto, de apenas 10 anos (nasceu em fevereiro de 2000!), mostra porque entrou para o Guiness como o guitarrista profissional mais novo do mundo. No meio da música, Ozzy colocou o menino sobre o ombro, como fazia com seu lendário guitarrista Randy Rhoads.
Para ver mais vídeos de Yuto Miyazawa, clique aqui.
Este final de semana, b-boys e b-girls invadiram o Yoyogi Park para o maior evento hip-hop do Japão: o B-Boy Park Tokyo, que acontece desde 1997. Teve grafite, skate, música e a competição de breakdance, o ponto alto da festa. O vídeo mostra 8 minutos de uma das finais por equipe. Impressionante.
Via Tokyo Fashion. Clique aqui e veja fotos do evento.